Eu, filho do carbono e do amoníaco,Monstro de escuridão e rutilância,Sofro, desde a epigénesis da infância,A influência má dos signos do zodíaco.Profundissimamente hipocondríaco,Este ambiente me causa repugnância...Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia,Que se escapa da boca de um cardíaco.Já o verme — este operário de ruínas —Que o sangue podre das carnificinasCome, e à vida, em geral, declara guerra,Anda a espreitar meus olhos para roê-los,E há de deixar-me apenas os cabelos,Na frialdade inorgânica da terra!
He was from my state
>>221881017BASED
>>221880971Sonnets are so good. I love Sicilians for inventing them.
>>221880971Sorry i dont speak down syndrome
>>221882180>Yo, hijo del carbono y del amoníaco,You can't say that when your language is this unserious and unpoetic
>>221882180bodied that macaco virgin FREAK